quinta-feira, 27 de maio de 2010

WE'RE IN HEAVEN!



Holla personas!

Hoje quero que curtam essa música tão especial na sua versão remixada, que (apesar de eu não curtir muito o estilo dance de ser) ficou muuuuuito fofinha! E eu adoro cantar essa versão para meu filho!



Acessem no youtube!

WE'RE IN HEAVEN


http://www.youtube.com/watch?v=kYUuqbSyTHY


Letras abaixo:


Oh, thinkin' about all our younger years,
There was only you and me,
We were young and wild and free
Now nothin' can take you away from me
We've been down that road before
But that's over now,
You keep me comin' back for more

Baby, you're all that i want
When you're lyin' here in my arms,
I'm findin' it hard to believe
We're in heaven

And love is all that i need,
And i found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven
(we're in heaven)

Now nothin' could change what you mean to me uh,
There's lots that i could say
But just hold me now,
Cause our love will light the way

Baby you're all that i want
When you're lyin' here in my arms,
I'm findin' it hard to believe
We're in heaven

And love is all that i need,
And i found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven
Heaven

Now our dreams are comin' true,
Through the good times and the bad,
I'll be standin' there by you

(we're in heaven)

And love is all that i need,
And i found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven

We're in heaven

Virem-se com a tradução!!! hehehe

sábado, 22 de maio de 2010

O GUNS N' ROSES NÃO ENVELHECE

Dia desses, eu estava assistindo a um DVD "genérico" com clips do Guns n' Roses com meu filho de 2 anos e percebi que o Guns n' Roses não envelhece...
As composições continuam empolgando as pessoas hoje em dia, da mesma maneira como empolgavam a anos atrás. Em 1993 (ou foi em 91 que eles estouraram?) eu tinha 13 anos quando conheci o Guns e era tão empolgada quanto meu filho de 2 anos o é hoje em dia.
E meu marido que não curtia rock n' roll, aprendeu a gostar disso ouvindo Guns.

A música do Guns é atemporal, e embora seus membros estejam envelhecendo, sua música sempre soa como nova.

Isso me fez lembrar que noite passada eu tive um sonho bem legal: conheci o Duff Mckagan... Ele era muito fofo e querido no meu sonho, e ele me ensinou vestir como ele, hahahaha


Vocês vão dizer: QUEEEEEMMM???

Pois é gente, o Duff era o baixista do Guns n' Roses...


Quando eu era mais nova, eu e TODO mundo era fã do tanço do Axel ou do Slash! O Axel por ser gato (na época) e polemico e o Slash por ser um P... guitarrista... e ninguém prestava atenção no Duff...

Mas venhamos e convenhamos, as músicas do Guns sem o baixo do Duff ficariam bem insossas, não acham? Em algumas músicas, uma das melhores partes é o baixo!

E, vendo as imagens antigas da banda, começo a pensar que além de ele ser um dos melhores músicos da banda, era até mais fofo do que o Axel...

Hoje em dia ele está com a cara meio curtida pelas drogas e pelo excesso de álcool da época (agora ele não bebe mais por ordens médicas), mas o velho não perdeu o charme... charme mesmo era usar a calça agarrada preta com aquela botinha de cowboy!
Assistam os clipes antigo do Guns e vocês poderão sacar o estilo do Duff, seu jeito discreto e compenetrado quando tocava e arrasava com seu baixo...

Hoje em dia (eu acho que ainda) o Duff toca baixo com o Velvet Revolver, que é uma banda formada por ex-membros do Guns e um vocalista esqueleto... curtam um pouco da banda no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=zytJ5BravbY

É, com o tempo a gente amadurece e muda algumas opiniões, e hoje em dia o meu integrante preferido do Guns n' Roses é o DUFF MCKAGAN! EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE



Assistam mais um clipe do Velvet Revolver no link abaixo e por favor ignorem o esqueleto rebolativo! (Ainda bem que essa coisa já foi expulsa da banda, aliás eu nem sei se o Velvet Revolver ainda está na ativa como tal)


http://www.youtube.com/watch?v=WmpLuHIlqqY

sexta-feira, 21 de maio de 2010

DIA 18 DE MAIO - DIA DO COMBATE AO ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Olá!!!!

Depois de muito tempo resolvi retomar o blog com um assunto urgente e importante:

18 DE MAIO Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Nós simplesmente não podemos ficar mudos ou parados diante de abusos contra menores, temos que denunciar, temos que fazer alguma coisa, se você souber, DENUNCIE!!!
DISQUE-DENÚNCIA: 100

Não podemos simplesmente permitir que as nossas crianças sofram qualquer tipo de violência, nós que somos seres humanos temos a obrigação de proteger nossas crianças... Os animais cuidam melhor de seus filhotes do que os Seres Humanos de seus filhos, não fique parado! Não cruze os braços! Proteja, DENUNCIE!


Leiam abaixo a História da menina Araceli, que é o símbolo desta data, pois em 18 de Maio de 1973 ela desapareceu para nunca mais ser vista em vida.

Texto extraído de: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/exposicoes/18maio/index.html
18 DE MAIO
Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
18 de maio é a data em que Araceli Cabrera Crespo, de nove anos incompletos, desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida. A menina foi estupidamente martirizada. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo. Seu corpo, o rosto principalmente, foi desfigurado com ácido. Seis dias depois do massacre, o corpo foi encontrado num terreno baldio, próximo ao centro da cidade de Vitória, Espírito Santo. Seu martírio significou tanto que esta data se transformou no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.
ARACELI: Símbolo da violência. Por Pedro Argemiro
Durante mais de três anos, na década de 70, pouca gente ousou abrir a gaveta do Instituto Médico-Legal de Vitória, no Espírito Santo, onde se encontrava o corpo de uma menina de nove anos incompletos. E havia motivos para isso. Além de o corpo estar barbaramente seviciado e desfigurado com ácido, se interessar pelo caso significava comprar briga com as mais poderosas famílias do estado, cujos filhos estavam sendo acusados do hediondo crime. Pelo menos duas pessoas já tinham morrido em circunstâncias misteriosas por se envolverem com o assunto.
Ainda assim, corajosos enfrentavam os poderosos exigindo justiça, tanto que o corpo permanecia insepulto na fria gaveta, como se fosse a última trincheira da resistência. O nome da menina era Araceli Cabrera Crespo e seu martírio significou tanto que o dia 18 de maio - data em que ela desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida - se transformou no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Por uma dessas cruéis ironias, Jardim dos Anjos era onde ficava um casarão, na Praia de Canto, usado por um grupo de viciados de Vitória (ES) para promover orgias regadas a LSD, cocaína e álcool, nas quais muitas vítimas eram crianças - anjos do sexo feminino. Entre a turma de toxicômanos, era conhecida a atração que Paulo Constanteen Helal, o Paulinho, e Dante de Brito Michelini, o Dantinho, líderes do grupo, sentiam por menininhas. Dizia-se, sempre a boca pequena, que eles drogavam e violentavam meninas e adolescentes no casarão e em apartamentos mantidos exclusivamente para festas de embalo. O comércio de drogas era, e é muito enraizado naquela cidade. O Bar Franciscano, da família Michelini, era apontado como um ponto conhecido de tráfico e consumo livres.
Araceli vivia com o pai Gabriel Sanches Crespo, eletricista do Porto de Vitória, a mãe Lola, boliviana radicada no país, e o irmão Carlinhos, alguns anos mais velho que ela. Na casa modesta, localizada na Rua São Paulo, bairro de Fátima, era mantido o viralata Radar, xodó da menina, que o criava desde pequenino. Segundo o escritor José Louzeiro que acompanhou o caso de perto e o transformou no livro "Araceli, Meu Amor" - o nome Radar foi escolhido pela garota "para que o animal sempre a encontrasse". Araceli estudava perto de casa, no Colégio São Pedro, na Praia do Suá, e mantinha urna rotina dificilmente quebrada. Ela saía da escola, no fim da tarde, e ia para um ponto de ônibus ali perto, quase na porta de um bar, onde invariavelmente brincava com um gato que vivia por ali.
No dia 18 de maio de 1973, uma sexta-feira, a rotina de Araceli foi alterada. Ela não apareceu em casa e o pai, num velho Fusca, saiu a procurá-la pelas casas de amigos e conhecidos, até chegar ao centro de Vitória. Nada. A menina não estava em lugar algum. Só restou a Gabriel comunicar a Lola que a filha estava desaparecida e que tinha deixado seu retrato em redações de jornais, na esperança de que fosse, realmente, somente um desaparecimento. No dia seguinte, quando foi ao colégio para conseguir mais informações, Gabriel ficou sabendo que a menina tinha saído mais cedo da escola. De acordo com a professora Marlene Stefanon, Araceli tinha "ido embora para casa por volta das quatro e meia da tarde, como a mãe mandou pedir num bilhete".
Na véspera, Lola tivera uma reação aparentemente normal ao constatar a demora da filha em chegar em casa. Primeiro, ficou enervada; depois, preocupada. No sábado, tarde da noite, sofreu uma crise nervosa e precisou ser internada no Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia. Ainda no início do processo, acabariam pesando sobre ela fortes suspeitas e graves acusações. Lola foi apontada como viciada e traficante de cocaína, fornecedora da droga para pessoas influentes da cidade e até amante de Jorge Michelini, tio de Dantinho. E mais: ela era irmã de traficantes de Santa Cruz de La Sierra, para onde se mudou tão logo o caso ganhou dimensão, deixando para trás o marido Gabriel e o outro filho, Carlinhos. Não se sabe até onde Lola facilitou ou estimulou a cobiça dos assassinos em relação a Araceli.
Menina era usada no tráfico de drogas
A respeito de Dantinho e de Paulinho Helal, dizia-se que uma de suas diversões durante o dia era rondar os colégios da cidade em busca de possíveis vítimas, apostando na impunidade que o dinheiro dos pais podia comprar. Dante Barros Michelini era rico exportador de café (tão ligado a Dantinho que chegou a ser preso, acusado de tumultuar o inquérito para livrar o filho). Constanteen Helal, pai de Paulinho, era comerciante riquíssimo e poderoso membro da maçonaria capixaba. Seus negócios também incluíam imóveis, hotéis, fazendas e casas comerciais. Já o eletricista Gabriel, seu maior tesouro era a filha. No domingo, ele foi à delegacia dar queixa, onde lhe foi dito que tudo seria feito para encontrar Araceli. Na Santa Casa, ele contou a Lola o resultado de sua busca e falou da garantia dos policiais de que tudo acabaria bem. Lola pareceu não acreditar - e chorou. O escritor José Louzeiro não tem dúvida:Lola foi, indiretamente, a causadora do hediondo crime de que sua filha foi vítima. "Na sexta-feira, a mando da mãe, Araceli tinha ido levar um envelope no edifício Apoio, no Centro de Vitória, ainda em construção, mas que já tinha uns três ou quatro apartamentos prontos, no 8º andar. A menina não sabia, mas o envelope continha drogas.
Num dos apartamentos, Paulinho Helal, Dantinho e outros se drogavam. Ela chegou, foi agarrada e não saiu mais com vida", conta o escritor.
O que aconteceu realmente com Araceli Cabrera Crespo talvez nunca se saiba. E talvez, seja bom mesmo não conhecer os detalhes, tamanha é a brutalidade que o exame de corpo delito deixa entrever. A menina foi estupidamente martirizada. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta puma orgia de drogas e sexo. Sua vagina, seu peito e sua barriga tinham marcas de dentes. Seu queixo foi deslocado com um golpe. Finalmente, seu corpo - o rosto, principalmente - foi desfigurado com ácido.
Corrupção e cumplicidade da polícia
Seis dias depois do massacre da menina, um moleque caçava passarinhos num terreno baldio atrás do Hospital Infantil Menino Jesus, na Praia Comprida, perto do Centro da capital. Mas o que ele encontrou foi o corpo despido e desfigurado de Araceli. Começou, então, a ser tecida uma rede de cumplicidade e corrupção, que envolveu a polícia e o judiciário e impediu a apuração do crime e o julgamento dos acusados por uma sociedade silenciada pelo medo e oprimida pelo abuso de poder.Dois meses após o aparecimento do corpo, num dia qualquer de julho de 1973, o superintendente de Polícia Civil do Espírito Santo, Gilberto Barros Faria, fez uma revelação bombástica. Ele afirmou que já sabia o nome dos criminosos, vários, e que a população de Vitória ficaria estarrecida quando fossem anunciados, no dia seguinte. Barros havia retirado cabelos de um pente usado por Araceli e do corpo encontrado e levado para exames em Brasília. Confirmando que eram iguais.
Por que a providência? Até então, havia dúvidas que era de Araceli o corpo que apareceu desfigurado no terreno baldio. Gabriel sabia que era o da filha - ele o reconheceu por um sinal de nascença, num dos dedos dos pés. Mas Lola disse o contrário. Assim que se recuperou, ela foi ao IML reconhecer o corpo e afirmou que não era de sua filha. Louzeiro recorda um outro fato a respeito disso, altamente elucidativo. Certo dia, Gabriel levou o cachorro Radar ao IML só para confirmar, ainda mais sua certeza. Não deu outra: mesmo com a gaveta fechada, animal agiu realmente como um radar, como Araceli premonizara, e foi direto à geladeira onde estava o corpo de sua dona.
Publicações sobre o tema:
>> FAGUNDES, Terezinha de Lisieux Quesado. Do desvio individual ao problema social: uma análise dos abusos e exploraçäo sexual de crianças e adolescentes.
>> SEIXAS, Ana Helena. Abuso sexual na adolescência. 1999.
Fonte:
Centro de Educação Sexual - CEDUS
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